Resumos

Os Patrimónios da Terra e do Homem:

linhas de valorização e desenvolvimento sustentável na Beira Baixa

 

 

 

 

 

 

 

10H00

O Património Cultural como factor de desenvolvimento: o caso da Beira Baixa

 

 

Arq.º Antero de Carvalho - Direcção Regional da Cultura do Centro,  Representante da Entidade Regional de Turismo do Centro (presença a confirmar)

 

Dr. Carlos Banha - Direcção Regional da Cultura do Centro

 

 

 

 

   

 

 

Eng.º Armindo Jacinto - Representante da CIMBB, Presidente do Município de Idanha-a-Nova, Presidente do Geopark Naturtejo 

 

 

 

10H20

Investimentos em Património Cultural e Natural executados no  Mais Centro (2007-2013) e programados para o Centro 2020 (2014-2020) na CIMBB 

 

 

 

 

 

 

11H00

Turismo Militar: Um Novo Paradigma


  

 

 

 

   

Coronel Luís Albuquerque - Exército Português

Tenente-Coronel Fernando Luz da Costa - Exército

Português

 

 

 

 


 

11H20

Carta Nacional do Turismo  Militar: Do conceito à operação na valorização do território

  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  

11H40

Turismo Militar: Oportunidades e Desafios

 

 Mestre João Pinto Coelho

 

 

 

Se a interação entre o turismo e o património histórico-militar nacional pode potenciar o desenvolvimento de novas atividades e produtos, assim como complementar as já existentes, é admissível que a história militar nacional reúne condições para criar novas experiências turísticas e culturais. Esta perceção inicial confirmou-se com o trabalho entretanto desenvolvido. Em função desta metodologia e tendo em consideração  do que foi produzido na Carta Nacional do Turismo Militar, há conclusões que se poderão adiantar. Em sentido restrito, verifica-se que existe um conhecimento incipiente quanto ao Turismo Militar em Portugal, nomeadamente quanto à sua presença na estratégia turística nacional e de entidades que promovam e comercializem atividades dessa natureza. A disseminação dos dados quantitativos e das leituras qualitativas sobre as evidências empíricas que foram demonstradas é uma via que se está consolidando e de que esta comunicação é um exemplo. Contudo, no seguimento do que já se encontra a desenvolvido, o território conta com um conjunto de bens e serviços e, mais recentemente, com um conjunto de intenções públicas e privadas, que irão, prevemos, facilitar o desenvolvimento concertado de produtos e atividades desta natureza.

Assim, a presente apresentação visa abordar a Carta Nacional do Turismo Militar, nomeadamente quanto ao enquadramento do projeto, quanto à metodologia adotada e aos resultados obtidos, assim como os possíveis cenários futuros no que concerne à operacionalização do conceito em estudo. A valorização turística dos territórios faz-se com conhecimento e com ações nele fundamentadas e, nesta lógica, tratado uma primeira fase do conceito e objetivada exploratoriamente a operacionalidade do Turismo Militar, há que passar à fase da sua empresarialização efetiva que, uma vez consumada, ativa o processo de desenvolvimento de base territorial de que o país tanto necessita e que o Portugal 2020 e o RIS3 , entre outros documentos estratégicos, consagram.

 

 

Dr. Álvaro Covões - Presidente da Associação do Turismo Militar Português 


 

   

 

 

 

 

12H00

Rota Histórica das Linhas de Torres: meta-análise de um itinerário 


Dr.ª Ana Umbelino - Vice-Presidente da Associação para o Desenvolvimento Turístico e Cultural das Linhas de Torres e Vereadora do Município de Torrres Vedras 

 

  

A Rota Histórica das Linhas de Torres corporiza um projecto de recuperação, conservação, salvaguarda, valorização e divulgação do património integrante das Linhas Defensivas de Lisboa, consagradas como Linhas de Torres Vedras. Referência incontornável na engenharia e arquitectura militares, as Linhas de Torres Vedras baquearam, na Idade Contemporânea, aquela que configurou uma das maiores investidas imperiais que o continente europeu conheceu: a expansão napoleónica.

Com vista a recuperar, valorizar e conferir notoriedade ao conjunto monumental composto pelas fortificações sobreviventes deste sistema defensivo entenderam os municípios de Arruda dos Vinhos, Loures, Mafra, Sobral do Monte Agraço, Torres Vedras e Vila Franca de Xira unir esforços numa estrutura de governança, denominada Plataforma Intermunicipal para as Linhas de Torres (PILT). Por via de uma bem-sucedida candidatura ao Mecanismo Financeiro do Espaço Económico Europeu (MFEEE), entre 2007 e 2011, foram implementadas cerca de 250 acções agregadas num plano global, que contemplava operações transversais e específicas a cada município, atentas as idiossincrasias locais, mas sempre orientadas para a valorização do conjunto, isto é, informadas por um olhar sistémico, territorializado e não atomizado, localista, da ordem da adição das partes.

Tal como as Linhas de Torres Vedras foram fruto de uma dinâmica de aglutinação de diversos contributos, o projecto de construção da RHLT, enquanto produto turístico-cultural, resulta também ele de um processo de co-autoria, assente num modelo conceptual ecléctico integrativo.

Trabalhos preliminares de diagnóstico e caracterização das obras militares e envolvente, nomeadamente dos cobertos vegetais, orientaram a realização das acções de limpeza e desmatação subsequentes. Daí resultou um corpus de informação que serve de substrato aos planos de manutenção, essenciais à sustentabilidade futura.

As intervenções nas principais obras militares traduziram-se na requalificação urbana e paisagística das respectivas áreas de implantação. Foram, como corolário, recuperados e erigidos novos acessos, criadas estruturas complementares de apoio e de acolhimento aos visitantes. Procedeu-se à musealização in situ de diversos elementos, tais como paióis; à colocação de sinalética interpretativa; à construção de núcleos e percursos de visita, garantindo o acesso, a leitura conjunta e a fruição das estruturas intervencionadas.

Constituíram-se percursos pedonais conectados numa Grande Rota Pedestre; ergueram-se ciclovias e centros de observação da paisagem. De forma supletiva, criaram-se guias, áudio-guias, roteiros e outros suportes e instrumentos de mediação.

Complementarmente, partindo do conceito de território-museu foi desenhada uma rede polinucleada de centros de interpretação.

A par das intervenções materiais anteriormente descritas, foram desenhadas acções incorpóreas, que mobilizaram uma miríade de diferentes actores, dando corpo a plataformas locais de programação. O processo histórico serviu de leitmotiv a projectos curatoriais no domínio das Artes Visuais; à criação artística na área da Música, das Artes performativas...

Foi o sucesso deste empreendimento que conduziu os promotores a avançar para um modelo mais abrangente, propondo a corporização do Projecto numa Associação de Direito Privado, ou seja, a constituição de uma DMO (Destination Management Organisation).

São objectivos da DMO desenvolver o posicionamento do produto turístico integrado RHLT e a criação de um Destino Turístico de referência ancorado numa estratégia de desenvolvimento turístico sustentável.

Palavras-chave: Linhas de Torres Vedras; rota turístico-cultural.

 

Dr. Carlos Neto de Carvalho - Geopark NaturTejo da Meseta Meridional, Geoparque Mundial da UNESCO, Serviço de Geologia do Município de Idanha-a-Nova 

 

14H20

Geoparques UNESCO: oferecer Tempo de qualidade numa rede mundial de destinos  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

14H40

Potencialidades materiais e imateriais dos territórios: diferenciar, cooperar e empreender

 

 

 

 

 

15H00

O Trilho Internacional dos Apalaches enquanto motor de desenvolvimento do território de Oleiros 

 

 

 

 

16H00

Museus, Interior e baixas densidades: Os amigos dos territórios das ausências 

 

O Programa Internacional de Geociências e Geoparques da UNESCO foi criado recentemente tendo como objectivo fundamental a conservação e valorização dos principais episódios da História da Terra. O Geopark Naturtejo da Meseta Meridional, abrangendo os municípios de Castelo Branco, Idanha-a-Nova, Nisa, Oleiros, Penamacor, Proença-a-Nova e Vila Velha de Ródão, é reconhecido pela UNESCO desde 2006 e faz parte da crescente Rede Global de Geoparques, que inclui hoje 120 territórios. Neste território, os processos geológicos de abertura de oceanos e de formação de montanhas, assim como alguns dos passos fundamentais da evolução da vida e da paisagem materializam-se em 170 geosítios distribuídos por uma área superior a 5000km2. Apenas parte destes se encontram em áreas classificadas e protegidas, como o Parque Natural do Tejo Internacional – Reserva da Biosfera, o Monumento Natural das Portas de Ródão, a Paisagem Protegida Regional da Serra da Gardunha e vários Sítios Natura 2000, que atestam a importância do território classificado como geoparque também para a biodiversidade. Somados aos mais de 1550 sítios arqueológicos identificados, que remontam ao mais antigo período de ocupação humana do território que é hoje Portugal, assim como a um património imaterial com uma dinâmica ímpar de que é exemplo a música em Idanha-a-Nova, integrada na Rede das Cidades Criativas da UNESCO, o Geopark Naturtejo deve ser visto como uma plataforma para a divulgação científica e de fomento da literacia científica na comunidade e nos seus visitantes. Para tal, tem vindo a desenvolver diversas iniciativas e suportes interpretativos com o intuito de promover a educação ambiental em complementaridade aos programas curriculares e de dar suporte técnico e científico a guias, painéis, exposições, geoprodutos, etc. O objectivo fundamental dos Geoparques UNESCO é contribuir para o desenvolvimento sustentável das suas comunidades. Nesta perspectiva, o Geoturismo vê-se como um segmento diferenciador no âmbito do produto Turismo de Natureza para o Geopark Naturtejo, quando devidamente integrado na organização da oferta local. Apesar do grande potencial turístico que o território demonstra, revela-se necessário desenvolver atracções turísticas estruturantes que podem ser complementadas com a oferta já existente em diferentes segmentos. Os geomonumentos de Portas de Almourão, Portas de Ródão, Penha Garcia e Monsanto demonstram-se como elementos referenciais de marketing territorial no território do Geopark Naturtejo mas, ao fim de dez anos, carecem ainda das estruturas de interpretação apropriadas para afirmar todo o seu potencial turístico, nos vários domínios natural e histórico-cultural que encerram. Num território de descobertas, muito ainda está por revelar, reduzindo assim a capacidade de acompanhar uma indústria de futuro para o meio rural e em fase de crescimento em Portugal.

 

Palavras-chave: popularização da Ciência, educação para o desenvolvimento, diversificação da oferta, diferenciação turística. 

 

 

Dr. Rui Simão,  Director Executivo das Aldeias de Xisto  (ADXTUR)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Dr.ª Inês Martins - Departamento de Cultura e Turismo do Município de Oleiros 

 

 

 

 

  

 

 

 
 
  
 

 

Mestre Pedro Salvado - Sociedade dos Amigos do Museu Francisco Tavares Proença Jr.

 

 

 

 

 

O território de influência do Museu de Francisco Tavares Proença Júnior, instituição criada em Castelo Branco em 1910, tem vindo a assistir, nas últimas décadas, a uma profunda alteração nos seus dinamismos sociais e culturais. A transformação fez despontar uma paisagem cultural plural em que as expressões museiais revelam processos mediados entre as comunidades e os territórios assumindo um papel determinante na reprodução da memória e da identidade numa geografia periférica, envolvida por estigmas negativos ou falsos estereótipos funcionais. A nossa análise aborda o conceito de “amigos-amizade”, dos e pelos Museus, nas mensagens, gestões e desenhar de futuros. Em horizontes de baixa densidade demográfica e económica, às vezes numa patrimonialização acelerada, o Museu “conta” o que já não está e pensa o que está por contar. Os patrimónios e os museus metamorfosearam-se e  são matérias, às vezes silêncios,  templos - químicos e físicos - de resistência e de afirmação da esperança. 

 

Palavras-chave: Baixa densidade; Amigos dos Museus; Periferia

  

 

 

 

 

   

16H20

A Linha das Talhadas Moradal na perspectiva do Turismo Militar

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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16H40

O Projecto VAMBA - Valorização do Castelo de Ródão, da Capela da Senhora do Castelo e da Zona Envolvente (Vila Velha de Ródão e Nisa): caracterização e balanço  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

       

17H00

O Campo  Arqueológico de Proença-a-nova; um primeiro balanço

 

 

 

Dr. Mário Monteiro - Associação de Estudos do Alto Tejo

Professor João Manso - Vice-Presidente do Município de Proença-a-Nova

 

 

O sentido de pertença a um determinado local é tanto maior quanto maior for a importância que atribuímos a esse mesmo local. E esta pertença depende do conhecimento que temos desse lugar.

O verdadeiro conhecimento do território permite não só valorizá-lo, como estimá-lo e conservá-lo, cabendo às entidades com competência, e conhecimento, assegurar a sua salvaguarda, sensibilizar as populações através de ações que estimulem a sua aproximação física e emocional ao património e, em seguida, procurar a valorização/recuperação da integridade dos monumentos, tornando-os visitáveis e duradouros.

Descurar a sua importância é ignorar uma identidade própria que construiu a história local, e nacional, na diversidade e originalidade. Recuperar o património implica investimento (humano e financeiro) que, a par com os demais investimentos igualmente importantes, também contribuem para a promoção e desenvolvimento de um concelho.

Neste sentido, e sentindo a necessidade de recuperar o património, principalmente o que integrava os Percursos Pedestres do concelho, o município, em parceria com a AEAT, decide, em 2008, avançar com trabalhos efetivos de prospeção e campanhas arqueológicas, começando no Forte das Batarias, em Catraia Cimeira. A partir de então (e de entre as várias campanhas já realizadas noutras estruturas de outras épocas da história), tanto este Forte como a Bateria sobranceira ao mesmo, têm vindo a ser alvo de intervenções arqueológicas com vista à sua musealização.

Do que se pensava ser uma estrutura ligeira de defesa do território, ao longo destas campanhas tem-se conseguido provar que a sua construção foi pensada e estruturada para durar, sabendo-se que teve a sua génese no séc. XVIII (1762), com reestruturação no séc. XIX (1801) no âmbito da denominada Guerra das Laranjas. Esta é, pois, uma linha de Fortes, Baterias e Trincheiras estruturada para travar o avanço do inimigo, que, embora com menos monumentalidade, não seria, à época, menos importante que as linhas de Torres. Um conjunto de redutos que deverão ser valorizados e amplamente publicitados na comunidade em geral e, principalmente, na comunidade militar em particular, por ser este o público mais diretamente motivado para o seu estudo.

De referir que todo o espólio arqueológico recolhido está guardado no Arquivo Municipal e tem sido alvo de exposições pontuais. A exposição permanente dos mesmos, do interesse da comunidade local e científica, poderá passar por um futuro Museu do Conhecimento de Proença-a-Nova. 

 

 

Mestre João Caninas  - Associação de Estudos do Alto Tejo

Dr. Francisco Henriques -  Associação de Estudos do Alto Tejo

Arq.º José Manuel Pires - Chefe de Divisão de Obras, Urbanismo e Ambiente do Município de Vila Velha de Ródão

Dr. Jorge Gouveia - Associação de Estudos do Alto Tejo 

 

 

 

 

 

 

As Portas de Ródão, o sítio natural (geológico, geomorfológico e biótico), o património construído e arqueológico, com destaque para o Castelo (das Portas, do Vamba, dos Templários) e a Capela (da Senhora do Castelo), sobranceiros à garganta quartzítica, e a paisagem envolvente, configuram um território de enorme valor ambiental e sócio-cultural.

Em 1993 o conjunto formado pelo Castelo e pela Capela foram classificados como Imóvel de Interesse Público. O estado de degradação daqueles dois imóveis e o enorme atractivo que aquele espaço exercia na população local e em visitantes justificavam a sua recuperação e requalificação, na óptica de uma utilização sustentada.

Em 1998, a Câmara Municipal de Vila Velha de Ródão e a Associação de Estudos do Alto Tejo (AEAT) lançaram o Projecto VAMBA que adoptou as medidas propostas em texto alusivo à referida proposta de classificação, publicado no nº 7 da revista Ibn Maruan (1997).

Entre os Objectivos gerais refiram-se: o estudo e recuperação dos imóveis classificados (castelo e capela); a caracterização e monitorização ambiental da área; a promoção de um uso sustentável daqueles imóveis e zona envolvente.

Foram propostas entre outras as seguintes acções: a investigação arqueológica do Castelo e da Capela; a caracterização ambiental ao nível da geologia, da flora e da avifauna; a consolidação, restauro e valorização do Castelo e da Capela; a instalação de infraestruturas de apoio a visitantes e ordenamento do espaço público; a promoção de actividades turístico-didácticas.

No âmbito deste projecto foi criada uma Comissão de Acompanhamento constituída pelas seguintes entidades e pessoas: Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais (DGEMN); Instituto Português de Arqueologia (IPA); Instituto Português do Património Arquitectónico (IPPAR); Instituto da Conservação da Natureza (ICN); Instituto Geológico e Mineiro (IGM); Direcção-Geral do Património (DGP); Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA); Associação Portuguesa dos Amigos dos Castelos (APAC); Junta de Freguesia de Vila Velha de Ródão; Pároco de Vila Velha de Ródão; Proprietários.

Como principais acções executadas refiram-se: a investigação arqueológica da Capela (escavação integral) e do Castelo (sondagens) no âmbito do Projecto Açafa (AEAT, UE, DA-FCT da UC), aprovado pelo IPA (PNTA); o projecto e obras de recuperação da Capela e do Castelo (DGEMN), incluindo parcialmente intervenções arqueológicas específicas (AEAT); o arranjo do espaço entre a Capela e o Castelo (CMVVR), incluindo intervenções arqueológicas específicas (Crivarque, AEAT); colóquios sobre Património Militar e Património Natural (AEAT, CMVVR, outros), 2000; a criação de percursos pedestres (AEAT, CMVVR); em 2009, a classificação das Portas de Ródão como Monumento Natural (AEAT, CMVVR, CMN, ICNB, SPEA, estudos antecedentes).

Palavras-chave: Valorização cultural, reconstrução, Portas de Ródão, Vila Velha de Ródão.

  

Mestre João Caninas  

Arq.ª Isabel Gaspar